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quarta-feira, 1 de julho de 2015

Crise do século XIV

Por volta de fins do século XIII a produtividade agrícola já dava claros sinais de fim, prenunciando uma possível falta de alimentos, devido ao esgotamento dos solos, enquanto a população continuava apresentando tendências de crescimento, era o fim da Idade Média.
exploração predatória e extensiva dos domínios, que caracterizara a agricultura feudal, fazia com que o aumento da produção se desse, em sua maior parte, com a anexação de novas áreas (que não estava mais ocorrendo) e não com a melhoria das técnicas de cultivo.
Agravaram-se as contradições entre o campo e a cidade da Idade Média. A produção agrícola não respondia às exigências das cidades em crescimento. Nos séculos XI, XII e primeira metade do século XIII, a utilização de novas terras e as inovações técnicas permitiram uma ampliação da produção. Na última década do século XIII já não restavam terras por ocupar, e as utilizadas estavam cansadas, gerando uma baixa produtividade. As inovações técnicas anteriores já não respondiam às novas necessidades. Além disso, a substituição do trabalho assalariado ocorria muito lentamente. Com a insuficiente produção agrícola e a estagnação do comércio, a fome se alastrou pela Europa, era o prelúdio do fim do sistema feudal e consequentemente o fim da Idade Média.
A partir do início do século XIV, uma profunda crise anunciou o final da época medieval. Fome, pestes, guerras e rebeliões de servos atingiram a essência do sistema feudal.
No inicio do século XIV, a Europa foi assolada por intensas chuvas (1315 a 1317) que arrasaram os campos e as colheitas. Como conseqüência, a fome voltou a perturbar os camponeses, favorecendo oalastramento de epidemias e trazendo a mortalidade da população. “Nos campos ingleses, ele passou de 40 mortos por cada mil habitantes, para 100 por mil. Na cidade belga de Ypres, uma das mais importantes da Europa, pelo menos 10% da população morreu no curto espaço de seis meses em 1316″.
peste negra amedrontou a Europa e abalou a economia. Cidades ricas foram destruídas e abandonadas pelos seus habitantes desesperados a procura de um lugar com ar puro e sem pessoas infectadas. Os servos morriam e as plantações ficavam destruídas por falta de cuidados. Por esta causa os Senhores Feudais começaram a receber menos tributos diminuindo seus rendimentos.
Os senhores feudais viram seus rendimentos declinarem devido à falta de trabalhadores e ao despovoamento dos campos. Procuraram então, de todas as maneiras, superar as dificuldades. Por um lado, reforçaram a exploração sobre os camponeses, aumentando as corvéias e demais impostos, para suprir as necessidades de ostentação e consumo, dando origem à “segunda servidão”. Por outro, principalmente nas regiões mais urbanizadas, os nobres passaram a arrendar suas terras, substituindo a corvéia por Pagamento em dinheiro e dando maior autonomia aos camponeses, alterando bastante as relações de produção.
“Depois da acima dita pestilência, muitos edifícios, grandes e pequenos, caíram em ruínas nas cidades, vilas e aldeias, por falta de habitantes, de maneira que muitas aldeias e lugarejos se tornaram desertos, sem uma casa ter sido abandonada neles, mas tendo morrido todos os que ai viviam; e é provável que muitas dessas aldeias nunca mais fossem habitadas”.
A mortalidade trazida pelas chuvas, fome e peste negra foi ainda ampliada pela longa guerra entre os reis de Inglaterra e França, que entre combates e tréguas, durou mais de um século (1337/1453): a Guerra dos Cem Anos.
A Guerra dos Cem Anos surgiu porque o rei de França, Felipe IV, anexou a região de Bordéus domínio feudal do rei da Inglaterra, de onde provinha grande parte dos vinhos que os ingleses bebiam. Deveu-se também às ambições da França e da Inglaterra em dominarem a região de Flandres, rica por seu comércio e produção de tecidos.
Entre batalhas vendidas ora por ingleses ora por franceses e períodos de trégua, a guerra aumentou as dificuldades da nobreza e agravou a situação de miséria dos servos.
O recrudescimento da exploração feudal sobre os servos contribuiu para as revoltas camponesas que grassaram na Europa do século XIV, nas quais milhares deles foram mortos. Elas consistiam em súbitas explosões de resistência feroz; duravam pouco e, em regra, estavam mal organizadas. Logo que os lideres morriam ou eram feitos prisioneiros, a resistência apagava-se novamente com a mesma rapidez com que tinha começado a arder.”
Rebeliões camponesas
Rebeliões camponesas marcaram o fim da Idade Média
Pro fim, um fator fundamental para a quebra das estruturas do sistema feudal foi a longa série derebeliões dos servos contra os senhores feudais. Ainda que momentaneamente derrotados, os levantes dos servos foram tornando inviável a manutenção das relações de servidão. A partir do século XIV, com mais rapidez em algumas regiões e menor em outras, as obrigações feudais foram se extinguindo.
A conjuntura de epidemias, de aumento brutal da mortalidade e de superexploração camponesaque caracterizou a Europa do século XIV trazendo crise, foi sendo superada no decorrer do século XV, que viu a retomada do crescimento populacional, agrícola e comercial. No campo, os senhores feudais, substituindo as corvéias por salários, rompiam com o sistema senhorial de produção. Nas cidades, o revigoramento do mercado era favorecido pela ascensão dos preços das manufaturas.
Finalmente vencida pelos franceses, a Guerra dos Cem Anos fez emergir o sentimento nacional na França e na Inglaterra, favorecendo, um nos dois países, a consolidação territorial e a retomada do poder político pelos reis. Os monarcas contaram com as dificuldades da nobreza e com o apoio econômico da burguesia para recuperar e fortalecer sua autoridade.
Texto – O fim da Idade Média – escrito pela Professora de História Patrícia Barboza da Silva, formada pela Fundação Universidade Federal do Rio Grande – FURG
Bibliografia:
FRANCO Jr, Hilário. Idade média. Nascimento do Ocidente. São Paulo, Brasiliense, 1998.
O Feudalismo. São Paulo, Brasiliense, 1984.
LEGOFF, Jacques. A civilização do ocidente medieval. Lisboa: Editorial Estampa, 1983.
Por: Renan Bardine

Processo de formação dos Estados Modernos



Formação do Estado Moderno
Foi promovido por:
Desenvolvimento comercial, urbano e cultural (Renascimento) e crise do regime feudal
Ascensão da burguesia / Enfraquecimento de nobreza (Particularismo) e Igreja (Universalismo)
Aliança realeza e burguesia para promover unificação territorial
Centralização da estrutura feudal / Poder concentrado nas mãos do rei

Características do Estado Moderno
Centralização do poder político nas mãos do rei (Origem do Absolutismo)
Exército permanente
Sistema de pesos e medidas, moeda e impostos unificados
Economia / Base comercial / Intervenção estatal (Origem do Mercantilismo)
Sociedade / Estamental (Clero, Nobreza, Povo/Burguesia)
Centralização administrativa e grande burocracia
Justiça mais centralizada (Tribunais reais) / Leis adaptadas a partir do direito romano e consuetudinário
Estruturação de uma língua oficial (principalmente para documentos)
Defesa de uma religião oficial (religião de Estado)

Absolutismo Monárquico
Surgiu da Formação do Estado Moderno / Concentração do poder político nas mãos do rei
Limitações do absolutismo: O rei pode agir como um “árbitro” entre o interesse da nobreza e da burguesia. Porém ele tem que defender mais a nobreza, pois é a existência dela que legitima a sua origem nobre. Sem nobreza não haveria um legitimo rei herdeiro de um trono, pois o governo poderia ser republicano

PROVA 2 BIM TURMA 1 ANO

Olá Alunos ,
Essa prova é para a turma do primeiro ano da tarde , colégio Natálio Salvador Antunes .
Voces vão enviar as respostas pelo meu e-mail : pr_fabio@hotmail.com até dia 10/07 sem falta.
A prova não é a única avaliação, apenas mais uma. 

Aqui mesmo no Blog terá texto de apoio para vocês consultarem . 

Boa prova a todos !!!

Questão 1 : O que foram as cruzadas e como elas contribuíram para o enfraquecimento do modo-de-produção feudal ?

Questão 2 : Procure explicar a formação das monarquias nacionais europeias na transição da Idade Média para a Idade Moderna .

Questão 3 : Explique em linhas gerais o que foi a crise do século XIV e qual a  sua relação com o processo que levaria a expansão marítima européia.

Questão 4 : . Entre os séculos XII e XIV, ocorreram intensas mudanças na vida da população da Europa Ocidental, quebrando a "pureza" do feudalismo. Dentre elas, destacam-se, EXCETO:
a) enriquecimento da classe mercantil, que supera o poder político da aristocracia feudal,
b) intensificação das relações monetárias, rompendo a base natural da economia feudal,
c) crescimento da atividade comercial, devido ao aumento do volume dos excedentes.
d) aumento da produção agrícola, provocando a queda da taxa de modalidade.
e) formação das corporações de ofício, defendendo o trabalho artesanal nas novas cidades.

Questão 5 : No processo de formação das monarquias nacionais européias, o desenvolvimento do comércio e das cidades
a) criou a necessidade de centralização do poder para unificar os tributos, as moedas, os pesos e medidas, as leis e mesmo a língua.
b) ocorreu sob uma luta de interesses que aliou a burguesia, a Igreja, os artesãos e os servos contra o rei e a nobreza.
c) contribuiu para que a nobreza e a burguesia impusessem uma autoridade de cunho particularista no controle das cidades.
d) criou condições para que a autoridade do rei, no Estado Moderno, fosse limitada pelo parlamento.
e) promoveu a subordinação do poder real aos duques e condes, que possuíam grandes exércitos.

Questão 6 : Escreva um pequeno texto destacando o que você percebeu de positivo e de negativo nesse bimestre, no seu aprendizado de história.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

EDUCAÇÃO NÃO É MERCADORIA ! FORA CABRAL E RIZOLIA!


Educação como mercadoria não é educação, é a corrupção do conhecimento

O governo estadual e seu secretário Rizolia anunciaram a imprensa, mais um passo importante rumo à implementação do sistema meritocrático na rede.  As notícias dão conta de um  “projeto-piloto que visa a medir a eficiência dos professores em sala de aula”… O objetivo é apontar e espalhar boas práticas e, em um segundo momento, fazer com que esses resultados levem a programas de bonificação por performance.” ( Jornal O Globo)  Admitem, por mais absurdo que possa parecer, que esta “observação” será feita por pessoas “treinadas” pelo Banco Mundial. Mas não ficam por aí.  A economista-chefe do Banco Mundial para Educação na América Latina e na região do Caribe diz o seguinte:
— Os observadores que vamos treinar ficarão no fundo da sala e, seguindo um método padronizado adotado nos Estados Unidos, farão anotações sobre os materiais que os professores usam, as atividades que promovem e o grau de envolvimento dos alunos. Há mais: — O que existe no Brasil são sistemas que avaliam as escolas, não os professores. E nós acreditamos na diferenciação entre eles. Em Washington D.C, por exemplo, graças a um programa desse tipo, o estado descobriu onde estão seus melhores mestres e dobrou o salário deles. A economista do Banco Mundial, não falou que o sistema americano ao qual se refere, é o Impact. Veja como funciona:
Jornal Zero Hora – Sistema Americano para avaliação de professores – IMPACT
  • TODOS os professores são observados em sala de aula cinco vezes durante o ano por diretores de outras escolas e especialistas em educação.
  • ELES RECEBEM notas em 22 quesitos de nove categorias, como presença em sala de aula, gerenciamento do tempo, clareza ao apresentar o objetivo da lição e certeza de que os estudantes de todos os níveis de aprendizado entenderem a matéria.
  • DEPOIS DA observação inicial, os professores recebem um “plano de crescimento”que cita seus pontos fortes e fracos.
  • NO FIM DO ANO, o desempenho do professor – baseado nas observações em sala de aula, eventuais testes aplicados aos estudantes, crescimento no aprendizado dos alunos e contribuições gerais à comunidade – é convertido em uma nota de 100 a 400.
  • PROFESSORES COM MENOS de 175 pontos podem ser demitidos. Entre 175 e 249 pontos, são considerados “minimamente eficientes”. E, entre 250 e 400 pontos, são considerados “eficientes”ou “muito eficientes”. 

 Finalmente o governo começa a dizer sua real intenção

Utilizando-se de um sistema “falido” nos Estados Unidos e utilizado a mais de vinte anos por lá, pretende aqui, assim como lá: fechar escolas, demitir professores, diferenciar salários e assim destruir de vez a educação pública. Veja o que disse o prefeito de  Nova Iorque, ao encerrar a aplicação da política de bônus naquela cidade iniciada em 2008:
“Eu acho que deveríamos ter orgulho disso – do fato de que temos a coragem de sentar-se lá e dizer que achávamos que era uma boa ideia (pagar bônus aos professores), não funcionou e estamos parando-a. Nós não vamos desperdiçar o dinheiro público. (Seifman, 2011).
O governo reduz ano a ano os investimentos em nossas escolas e profissionais, derrama dinheiro público para a iniciativa privada, enfia-se em escândalos de corrupção sem nenhuma punição, entrega a educação à e

domingo, 16 de dezembro de 2012

Respostas da prova IFF - 2012 16/12/2012




Questão 31  : D    - a revolução em questão é a revolução russa , acontecida em 1917 que implantou o socialismo na Russia .  O lema dos revolucionários era Paz, Pão e Terra, fazendo alusão aos principais problemas enfrentados pelo povo russo a saber : a participação na 1 guerra mundial, a falta de alimentos e a concentração fundiária.

Questão 32 : A   - o Nazismo foi uma ideologia política muito forte na Alemanha , principalmente n década de 1930 e seu líder maior , Adolf Hitler pregava entre outras coisas , a necessidade de expansão territorial para a conquista de um "espaço vital" imprescindível no projeto de tornar a Alemanha uma potencia . é justamente essa característica expansionista que está expressa no texto 

Questão 33 : A  - O texto se refere a intentona comunista, movimento liderado por Luiz Carlos Prestes , que visava derrubar o governo Vargas e instalar um regime comunista no Brasil em 1935

Questão 34: D  -  O governo JK caracterizou-se por um projeto industrialista que privilegiava o capital internacional chamado desenvolvimentismo , esse projeto visa implantar no brasil a industria de bens de consumo duráveis, com destaque para a industria automobilística 

Questão 35 - C - A ditadura militar implantada em 1964 se tornou mais violenta em 1968 , com o Ato Institucional número 5. muitos líderes militares da época justificam o endurecimento do regime pela necessidade de reprimir atos de subversão que também se intensificaram no período , como é o caso da luta armada. Um método bastante frequente de repressão era a tortura .



terça-feira, 13 de novembro de 2012

Blog de receitas

Gente, Criei um Blog só para postar as minhas receitas, por enquanto só tem duas, mas entrem lá para ver , o link é fabiocozinha

quinta-feira, 20 de setembro de 2012


Rio de Janeiro,20  de setembro  de 2012.
As Revoluções Inglesas

Introdução:

Ø       A Inglaterra, já no século XVII apresentava uma burguesia forte e que ansiava por ter o controle político da nação . Essa burguesia, com o apoio da pequena nobreza, busca limitar o poder real e da alta nobreza, lançando as bases para a construção do parlamentarismo burguês

 

Antecedentes :


Ø       Poder do Rei na Inglaterra sempre foi limitado pela Magna Carta, documento do século XIII que colocava o parlamento como limitador do poder real

Ø       No século XV, a Guerra das duas rosas ( disputa entre duas famílias York e Lancaster, pelo trono Inglês ) abriu caminho para a instalação do absolutismo => Henrique Tudor é coroado com o título de Henrique VII = > Inicia-se a dinastia Tudor .

Ø      Henrique VIII fortalece o absolutismo inglês ao criar a Igreja anglicana, eliminando na Inglaterra o poder do Papa e aumentando o poder real.

Ø      Elizabeth é a ultima representante da Dinastia Tudor e em seu governo atuou atendendo aos interesses burgueses, mas também buscou fortalecer o poder real .

Ø      Com a Morte de Elizabeth , em 1603 , quem assume o trono é o rei da Escócia e primo de Elizabeth, Jaime Stuart, que recebe o título de Jaime I.

1 – A revolução Puritana ( 1640 - 49 )

Ø      Jaime busca fortalecer o seu poder , mas persegue duramente os opositores, principalmente do ponto de vista religioso, uma vez que , dentro da igreja anglicana procura valorizar muito mais a forma ritualística (católica) do que o conteúdo (calvinista)  => visava atrair o apoio da alta nobreza => burguesia fica insatisfeita
Ø      Burgueses criam seitas calvinistas => puritanos  / presbiterianos
Ø      Em 1625 sobe ao trono o filho de Jame I, Carlos I => tem seu reinado marcado também pelo absolutismo e pelas perseguições religiosas que incomodam a burguesia
Ø      No ano de 1628, o parlamento aprova a “Petição de Direitos”( retirava do rei o direito de convocar o exercito e criar impostos sem a autorização do parlamento)  e rei é pressionado a assiná-la  => A principio o rei assina, mas posteriormente acaba dissolvendo o parlamento .
Ø      Em 1640 Carlos I novamente convoca o parlamento em busca de recursos necessários para sufocar uma revolta na Escócia    = > Camara dos comuns , dominada pela burguesia, é contraria ao rei

Ø       Em 1641 estoura uma nova rebelião na Irlanda e há a necessidade de se criar um grande exercito para combate-la => Há consenso entre o parlamento e o rei sobre essa necessidade, entretanto parlamento(burguês e puritano) se recusa a dar ao rei o controle desse exercito.

Ø      Em 1642  inicia-se  a guerra Civil  => rei + alta nobreza X parlamento + burguesia e camponeses  => pequena nobreza ficou dividida => Oliver Cromwell controla as tropa do parlamento ( cabeças redonda ) que se organizam em uma nova forma de exercito, com disciplina rígida, ascensão por mérito e atividade remunerada.

Ø      Tropas do parlamento vencem as tropas reais e em 1649 o Rei é decapitado e é proclamada uma republica na Inglaterra sob a liderança de Oliver Cromwell.

1.1 O Governo Cromwell

ü      Cromwell recebe o titulo de Lorde Protetor da Inglaterra
ü      Governa com mãos de ferro, estabelecendo uma ditadura
ü      Perseguições religiosas também acontecem no governo de Cromwell => só mudam os perseguidos
ü      Cromwell elimina definitivamente todos os resquícios das estruturas feudais, consolidando o domínio burguês
ü      Terra torna-se definitivamente uma mercadoria e voltada para o mercado ( precursor do modelo liberal)
ü      Cromwell também expandiu os domínios ingleses nos mares através do “Ato de Navegação” e já tratava os domínios britânicos como  “Commonwealth” ( comunidade britânica )

Ø       Em 1658, Cromwell morre e seu filho assume o poder , porém não consegue se manter e deposto pelo exército .

1.2 A restauração da Monarquia

Ø      Parlamento, principalmente setores ligados a alta burguesia e a nobreza ( câmara do Lordes) decide restaurara a monarquia e a dinastia Stuart é reconduzida ao poder
ü   Carlos II é coroado rei da Inglaterra  => Carlos era muito próximo ao rei Frances , Luiz XIV, símbolo do absolutismo e por isso parte do parlamento desconfiava dele
ü   Parlamento acaba se dividindo entre o que apoiavam o rei ou conservadores ("tories"), e os  liberais pró-Parlamento ("whigs")
ü   Carlos Reinou até 1685, sendo sucedido por seu irmão Jaime II

2 – A revolução Gloriosa

Ø      Jaime II , católico, tentou restabelecer o absolutismo e acaba entrando em choque com o parlamento
Ø      Parlamento conspira para que sua filha, Maria Stuart ( protestante)  assuma o trono
ü    Maria era casada com Guilherme de Orange , rei dos países baixos
ü    Guilherme desembarca com suas tropas na Inglaterra , forçando Jaime II a fugir para a frança
Ø      Parlamento então proclama Guilherme de Orange e Maria Stuart reis da Inglaterra , mas esses tem que aceitar a declaração de direitos ( Bill of Rights ) segundo a qual

ü     os reis não podiam cancelar as leis do Parlamento
ü    o Parlamento decidiria a sucessão ao trono e
ü    o Parlamento votaria o orçamento anual;
ü    as contas reais seriam controladas por inspetores;
ü    o Tesouro seria dirigido por funcionários.

Ø      Esse episódio ficou conhecido como revolução gloriosa e marcou a fundação da monarquia parlamentar inglesa, que vigora até os dias de hoje
Ø      A revolução gloriosa abriu caminho para o avanço capitalista na Inglaterra e criou as condições que permitiram o advento da revolução industrial no século seguinte .




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