Revista de História

História é Fácil

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A história estuda o Homem no tempo

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sábado, 4 de julho de 2015

Trecho do Filme " Triunfo da Vontade"

Filme produzido por Leni Riefenstahl, sob encomenda dos Nazistas. é um filme de apologia ao regime.
Para ver o filme completo acesse: https://www.youtube.com/watch?v=b0kwnLzFMls 




Faça seu Brasão conforme sua personalidade

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sexta-feira, 3 de julho de 2015

Links para vídeos "guerras Mundiais"


Revisão 2 ano respostas :

1- Foi o processo de substituição do trabalho manual humano pelo trabalho mecanizado de máquinas

2 - A revolução industrial provocou o deslocamento do eixo de acumulação de capital do comércio para a  industria e consolidou a supremacia da burguesia

3 - Para os trabalhadores a revolução industrial significou a perda de controle sobre o processo produtivo e sobre os meios de produção, tornando o trabalho alienado e favorecendo a exploração extrema

4 - A contradição da sociedade francesa na qual a classe que detinha o poder econômico ( burguesia) não detinha o poder político  / a divulgação de ideais iluministas de liberdade e igualdade .

5 - O terceiro estado era o estamento menos favorecido dentro da sociedade absolutista francesa          (povo ) ele também tinha uma representação dentro da assembléia dos estados gerais .

6 - A tomada da Bastilha, prisão símbolo do antigo regime, representou a queda do poder absoluto dos reis frente a força popular

7 - Assembléia, convenção, diretório e consulado

8 - A era napoleônica foi o período de 1799 a 1815, durante o qual Napoleão Bonaparte governou a França

9 - O bloqueio continental foi um decreto de Napoleão datado de 1806, que proibia todos os países do ontinente europeu de fazer comércio com a Inglaterra, a fim de derrota-la economicamente .

10 - Foi a Inglaterra.


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Revisão 2 ano : perguntas






quarta-feira, 1 de julho de 2015

Cruzadas

De 1096 a 1270, expedições foram formadas sob o comando da Igreja, a fim de recuperar Jerusalém (que se encontrava sob domínio dos turcos seldjúcidas) e reunificar o mundo cristão, dividido com a “Cisma do Oriente”. Essas expedições ficaram conhecidas como Cruzadas.
A Europa do século XI prosperava. Com o fim das invasões bárbaras, teve início um período de estabilidade e um crescimento do comércio. Consequentemente, a população também cresceu. No mundo feudal, apenas o primogênito herdava os feudos, o que resultou em muitos homens para pouca terra. Os homens, sem terra para tirar seu sustento, se lançaram na criminalidade, roubando, saqueando e sequestrando. Algo precisava ser feito.

Como foi dito anteriormente, o mundo cristão se encontrava dividido. Por não concordarem com alguns dogmas da Igreja Romana (adoração a santos, cobrança de indulgências, etc.), os católicos do Oriente fundaram a Igreja Ortodoxa. Jerusalém, a Terra Santa, pertencia ao domínio árabe e até o século XI eles permitiram as peregrinações cristãs à Terra Santa. Mas no final do século XI, povos da Ásia Central, os turcos seldjúcidas, tomaram Jerusalém. Convertidos ao islamismo, os seldjúcidas eram bastante intolerantes e proibiram o acesso dos cristãos a Jerusalém.

Em 1095, o papa Urbano II convocou expedições com o intuito de retomar a Terra Sagrada. Os cruzados (como ficaram conhecidos os expedidores) receberam esse nome por carregarem uma grande cruz, principal símbolo do cristianismo, estampada nas vestimentas. Em troca da participação, ganhariam o perdão de seus pecados.

A Igreja não era a única interessada no êxito dessas expedições: a nobreza feudal tinha interesse na conquista de novas terras; cidades mercantilistas como Veneza e Gênova deslumbravam com a possibilidade de ampliar seus negócios até o Oriente e todos estavam interessados nas especiarias orientais, pelo seu alto valor, como: pimenta-do-reino, cravo, noz-moscada, canela e outros. Movidas pela fé e pela ambição, entre os séculos XI e XIII, partiram para o Oriente oito Cruzadas.

A primeira (1096 – 1099) não tinha participação de nenhum rei. Formada por cavaleiros da nobreza, em julho de 1099, tomaram Jerusalém. A segunda (1147 – 1149) fracassou em razão das discordâncias entre seus líderes Luís VII, da França, e Conrado III, do Sacro Império. Em 1189, Jerusalém foi retomada pelo sultão muçulmano Saladino. A terceira cruzada (1189 – 1192), conhecida como ‘”Cruzada dos Reis”, contou com a participação do rei inglês Ricardo Coração de Leão, do rei francês Filipe Augusto e do rei Frederico Barbarruiva, do Sacro Império. Nessa cruzada foi firmado um acordo de paz entre Ricardo e Saladino, autorizando os cristãos a fazerem peregrinações a Jerusalém. A quarta cruzada (1202 – 1204) foi financiada pelos venezianos, interessados nas relações comerciais. A quinta (1217 – 1221), liderada por João de Brienne, fracassou ao ficar isolada pelas enchentes do Rio Nilo, no Egito. A sexta (1228 – 1229) ficou marcada por ter retomado Jerusalém, Belém e Nazaré, cidades invadidas pelos turcos. A sétima (1248 – 1250) foi comandada pelo rei francês Luís IX e pretendia, novamente, tomar Jerusalém, mais uma vez retomada pelos turcos. A oitava (1270) e última cruzada foi um fracasso total. Os cristãos não criaram raízes entre a população local e sucumbiram.

As Cruzadas não conseguiram seus principais objetivos, mas tiveram outras consequências como o enfraquecimento da aristocracia feudal, o fortalecimento do poder real, a expansão do mercado e o enriquecimento do Oriente.

Crise do século XIV

Por volta de fins do século XIII a produtividade agrícola já dava claros sinais de fim, prenunciando uma possível falta de alimentos, devido ao esgotamento dos solos, enquanto a população continuava apresentando tendências de crescimento, era o fim da Idade Média.
exploração predatória e extensiva dos domínios, que caracterizara a agricultura feudal, fazia com que o aumento da produção se desse, em sua maior parte, com a anexação de novas áreas (que não estava mais ocorrendo) e não com a melhoria das técnicas de cultivo.
Agravaram-se as contradições entre o campo e a cidade da Idade Média. A produção agrícola não respondia às exigências das cidades em crescimento. Nos séculos XI, XII e primeira metade do século XIII, a utilização de novas terras e as inovações técnicas permitiram uma ampliação da produção. Na última década do século XIII já não restavam terras por ocupar, e as utilizadas estavam cansadas, gerando uma baixa produtividade. As inovações técnicas anteriores já não respondiam às novas necessidades. Além disso, a substituição do trabalho assalariado ocorria muito lentamente. Com a insuficiente produção agrícola e a estagnação do comércio, a fome se alastrou pela Europa, era o prelúdio do fim do sistema feudal e consequentemente o fim da Idade Média.
A partir do início do século XIV, uma profunda crise anunciou o final da época medieval. Fome, pestes, guerras e rebeliões de servos atingiram a essência do sistema feudal.
No inicio do século XIV, a Europa foi assolada por intensas chuvas (1315 a 1317) que arrasaram os campos e as colheitas. Como conseqüência, a fome voltou a perturbar os camponeses, favorecendo oalastramento de epidemias e trazendo a mortalidade da população. “Nos campos ingleses, ele passou de 40 mortos por cada mil habitantes, para 100 por mil. Na cidade belga de Ypres, uma das mais importantes da Europa, pelo menos 10% da população morreu no curto espaço de seis meses em 1316″.
peste negra amedrontou a Europa e abalou a economia. Cidades ricas foram destruídas e abandonadas pelos seus habitantes desesperados a procura de um lugar com ar puro e sem pessoas infectadas. Os servos morriam e as plantações ficavam destruídas por falta de cuidados. Por esta causa os Senhores Feudais começaram a receber menos tributos diminuindo seus rendimentos.
Os senhores feudais viram seus rendimentos declinarem devido à falta de trabalhadores e ao despovoamento dos campos. Procuraram então, de todas as maneiras, superar as dificuldades. Por um lado, reforçaram a exploração sobre os camponeses, aumentando as corvéias e demais impostos, para suprir as necessidades de ostentação e consumo, dando origem à “segunda servidão”. Por outro, principalmente nas regiões mais urbanizadas, os nobres passaram a arrendar suas terras, substituindo a corvéia por Pagamento em dinheiro e dando maior autonomia aos camponeses, alterando bastante as relações de produção.
“Depois da acima dita pestilência, muitos edifícios, grandes e pequenos, caíram em ruínas nas cidades, vilas e aldeias, por falta de habitantes, de maneira que muitas aldeias e lugarejos se tornaram desertos, sem uma casa ter sido abandonada neles, mas tendo morrido todos os que ai viviam; e é provável que muitas dessas aldeias nunca mais fossem habitadas”.
A mortalidade trazida pelas chuvas, fome e peste negra foi ainda ampliada pela longa guerra entre os reis de Inglaterra e França, que entre combates e tréguas, durou mais de um século (1337/1453): a Guerra dos Cem Anos.
A Guerra dos Cem Anos surgiu porque o rei de França, Felipe IV, anexou a região de Bordéus domínio feudal do rei da Inglaterra, de onde provinha grande parte dos vinhos que os ingleses bebiam. Deveu-se também às ambições da França e da Inglaterra em dominarem a região de Flandres, rica por seu comércio e produção de tecidos.
Entre batalhas vendidas ora por ingleses ora por franceses e períodos de trégua, a guerra aumentou as dificuldades da nobreza e agravou a situação de miséria dos servos.
O recrudescimento da exploração feudal sobre os servos contribuiu para as revoltas camponesas que grassaram na Europa do século XIV, nas quais milhares deles foram mortos. Elas consistiam em súbitas explosões de resistência feroz; duravam pouco e, em regra, estavam mal organizadas. Logo que os lideres morriam ou eram feitos prisioneiros, a resistência apagava-se novamente com a mesma rapidez com que tinha começado a arder.”
Rebeliões camponesas
Rebeliões camponesas marcaram o fim da Idade Média
Pro fim, um fator fundamental para a quebra das estruturas do sistema feudal foi a longa série derebeliões dos servos contra os senhores feudais. Ainda que momentaneamente derrotados, os levantes dos servos foram tornando inviável a manutenção das relações de servidão. A partir do século XIV, com mais rapidez em algumas regiões e menor em outras, as obrigações feudais foram se extinguindo.
A conjuntura de epidemias, de aumento brutal da mortalidade e de superexploração camponesaque caracterizou a Europa do século XIV trazendo crise, foi sendo superada no decorrer do século XV, que viu a retomada do crescimento populacional, agrícola e comercial. No campo, os senhores feudais, substituindo as corvéias por salários, rompiam com o sistema senhorial de produção. Nas cidades, o revigoramento do mercado era favorecido pela ascensão dos preços das manufaturas.
Finalmente vencida pelos franceses, a Guerra dos Cem Anos fez emergir o sentimento nacional na França e na Inglaterra, favorecendo, um nos dois países, a consolidação territorial e a retomada do poder político pelos reis. Os monarcas contaram com as dificuldades da nobreza e com o apoio econômico da burguesia para recuperar e fortalecer sua autoridade.
Texto – O fim da Idade Média – escrito pela Professora de História Patrícia Barboza da Silva, formada pela Fundação Universidade Federal do Rio Grande – FURG
Bibliografia:
FRANCO Jr, Hilário. Idade média. Nascimento do Ocidente. São Paulo, Brasiliense, 1998.
O Feudalismo. São Paulo, Brasiliense, 1984.
LEGOFF, Jacques. A civilização do ocidente medieval. Lisboa: Editorial Estampa, 1983.
Por: Renan Bardine

Processo de formação dos Estados Modernos



Formação do Estado Moderno
Foi promovido por:
Desenvolvimento comercial, urbano e cultural (Renascimento) e crise do regime feudal
Ascensão da burguesia / Enfraquecimento de nobreza (Particularismo) e Igreja (Universalismo)
Aliança realeza e burguesia para promover unificação territorial
Centralização da estrutura feudal / Poder concentrado nas mãos do rei

Características do Estado Moderno
Centralização do poder político nas mãos do rei (Origem do Absolutismo)
Exército permanente
Sistema de pesos e medidas, moeda e impostos unificados
Economia / Base comercial / Intervenção estatal (Origem do Mercantilismo)
Sociedade / Estamental (Clero, Nobreza, Povo/Burguesia)
Centralização administrativa e grande burocracia
Justiça mais centralizada (Tribunais reais) / Leis adaptadas a partir do direito romano e consuetudinário
Estruturação de uma língua oficial (principalmente para documentos)
Defesa de uma religião oficial (religião de Estado)

Absolutismo Monárquico
Surgiu da Formação do Estado Moderno / Concentração do poder político nas mãos do rei
Limitações do absolutismo: O rei pode agir como um “árbitro” entre o interesse da nobreza e da burguesia. Porém ele tem que defender mais a nobreza, pois é a existência dela que legitima a sua origem nobre. Sem nobreza não haveria um legitimo rei herdeiro de um trono, pois o governo poderia ser republicano

PROVA 2 BIM TURMA 1 ANO

Olá Alunos ,
Essa prova é para a turma do primeiro ano da tarde , colégio Natálio Salvador Antunes .
Voces vão enviar as respostas pelo meu e-mail : pr_fabio@hotmail.com até dia 10/07 sem falta.
A prova não é a única avaliação, apenas mais uma. 

Aqui mesmo no Blog terá texto de apoio para vocês consultarem . 

Boa prova a todos !!!

Questão 1 : O que foram as cruzadas e como elas contribuíram para o enfraquecimento do modo-de-produção feudal ?

Questão 2 : Procure explicar a formação das monarquias nacionais europeias na transição da Idade Média para a Idade Moderna .

Questão 3 : Explique em linhas gerais o que foi a crise do século XIV e qual a  sua relação com o processo que levaria a expansão marítima européia.

Questão 4 : . Entre os séculos XII e XIV, ocorreram intensas mudanças na vida da população da Europa Ocidental, quebrando a "pureza" do feudalismo. Dentre elas, destacam-se, EXCETO:
a) enriquecimento da classe mercantil, que supera o poder político da aristocracia feudal,
b) intensificação das relações monetárias, rompendo a base natural da economia feudal,
c) crescimento da atividade comercial, devido ao aumento do volume dos excedentes.
d) aumento da produção agrícola, provocando a queda da taxa de modalidade.
e) formação das corporações de ofício, defendendo o trabalho artesanal nas novas cidades.

Questão 5 : No processo de formação das monarquias nacionais européias, o desenvolvimento do comércio e das cidades
a) criou a necessidade de centralização do poder para unificar os tributos, as moedas, os pesos e medidas, as leis e mesmo a língua.
b) ocorreu sob uma luta de interesses que aliou a burguesia, a Igreja, os artesãos e os servos contra o rei e a nobreza.
c) contribuiu para que a nobreza e a burguesia impusessem uma autoridade de cunho particularista no controle das cidades.
d) criou condições para que a autoridade do rei, no Estado Moderno, fosse limitada pelo parlamento.
e) promoveu a subordinação do poder real aos duques e condes, que possuíam grandes exércitos.

Questão 6 : Escreva um pequeno texto destacando o que você percebeu de positivo e de negativo nesse bimestre, no seu aprendizado de história.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

EDUCAÇÃO NÃO É MERCADORIA ! FORA CABRAL E RIZOLIA!


Educação como mercadoria não é educação, é a corrupção do conhecimento

O governo estadual e seu secretário Rizolia anunciaram a imprensa, mais um passo importante rumo à implementação do sistema meritocrático na rede.  As notícias dão conta de um  “projeto-piloto que visa a medir a eficiência dos professores em sala de aula”… O objetivo é apontar e espalhar boas práticas e, em um segundo momento, fazer com que esses resultados levem a programas de bonificação por performance.” ( Jornal O Globo)  Admitem, por mais absurdo que possa parecer, que esta “observação” será feita por pessoas “treinadas” pelo Banco Mundial. Mas não ficam por aí.  A economista-chefe do Banco Mundial para Educação na América Latina e na região do Caribe diz o seguinte:
— Os observadores que vamos treinar ficarão no fundo da sala e, seguindo um método padronizado adotado nos Estados Unidos, farão anotações sobre os materiais que os professores usam, as atividades que promovem e o grau de envolvimento dos alunos. Há mais: — O que existe no Brasil são sistemas que avaliam as escolas, não os professores. E nós acreditamos na diferenciação entre eles. Em Washington D.C, por exemplo, graças a um programa desse tipo, o estado descobriu onde estão seus melhores mestres e dobrou o salário deles. A economista do Banco Mundial, não falou que o sistema americano ao qual se refere, é o Impact. Veja como funciona:
Jornal Zero Hora – Sistema Americano para avaliação de professores – IMPACT
  • TODOS os professores são observados em sala de aula cinco vezes durante o ano por diretores de outras escolas e especialistas em educação.
  • ELES RECEBEM notas em 22 quesitos de nove categorias, como presença em sala de aula, gerenciamento do tempo, clareza ao apresentar o objetivo da lição e certeza de que os estudantes de todos os níveis de aprendizado entenderem a matéria.
  • DEPOIS DA observação inicial, os professores recebem um “plano de crescimento”que cita seus pontos fortes e fracos.
  • NO FIM DO ANO, o desempenho do professor – baseado nas observações em sala de aula, eventuais testes aplicados aos estudantes, crescimento no aprendizado dos alunos e contribuições gerais à comunidade – é convertido em uma nota de 100 a 400.
  • PROFESSORES COM MENOS de 175 pontos podem ser demitidos. Entre 175 e 249 pontos, são considerados “minimamente eficientes”. E, entre 250 e 400 pontos, são considerados “eficientes”ou “muito eficientes”. 

 Finalmente o governo começa a dizer sua real intenção

Utilizando-se de um sistema “falido” nos Estados Unidos e utilizado a mais de vinte anos por lá, pretende aqui, assim como lá: fechar escolas, demitir professores, diferenciar salários e assim destruir de vez a educação pública. Veja o que disse o prefeito de  Nova Iorque, ao encerrar a aplicação da política de bônus naquela cidade iniciada em 2008:
“Eu acho que deveríamos ter orgulho disso – do fato de que temos a coragem de sentar-se lá e dizer que achávamos que era uma boa ideia (pagar bônus aos professores), não funcionou e estamos parando-a. Nós não vamos desperdiçar o dinheiro público. (Seifman, 2011).
O governo reduz ano a ano os investimentos em nossas escolas e profissionais, derrama dinheiro público para a iniciativa privada, enfia-se em escândalos de corrupção sem nenhuma punição, entrega a educação à e

domingo, 16 de dezembro de 2012

Respostas da prova IFF - 2012 16/12/2012




Questão 31  : D    - a revolução em questão é a revolução russa , acontecida em 1917 que implantou o socialismo na Russia .  O lema dos revolucionários era Paz, Pão e Terra, fazendo alusão aos principais problemas enfrentados pelo povo russo a saber : a participação na 1 guerra mundial, a falta de alimentos e a concentração fundiária.

Questão 32 : A   - o Nazismo foi uma ideologia política muito forte na Alemanha , principalmente n década de 1930 e seu líder maior , Adolf Hitler pregava entre outras coisas , a necessidade de expansão territorial para a conquista de um "espaço vital" imprescindível no projeto de tornar a Alemanha uma potencia . é justamente essa característica expansionista que está expressa no texto 

Questão 33 : A  - O texto se refere a intentona comunista, movimento liderado por Luiz Carlos Prestes , que visava derrubar o governo Vargas e instalar um regime comunista no Brasil em 1935

Questão 34: D  -  O governo JK caracterizou-se por um projeto industrialista que privilegiava o capital internacional chamado desenvolvimentismo , esse projeto visa implantar no brasil a industria de bens de consumo duráveis, com destaque para a industria automobilística 

Questão 35 - C - A ditadura militar implantada em 1964 se tornou mais violenta em 1968 , com o Ato Institucional número 5. muitos líderes militares da época justificam o endurecimento do regime pela necessidade de reprimir atos de subversão que também se intensificaram no período , como é o caso da luta armada. Um método bastante frequente de repressão era a tortura .



terça-feira, 13 de novembro de 2012

Blog de receitas

Gente, Criei um Blog só para postar as minhas receitas, por enquanto só tem duas, mas entrem lá para ver , o link é fabiocozinha

quinta-feira, 20 de setembro de 2012


Rio de Janeiro,20  de setembro  de 2012.
As Revoluções Inglesas

Introdução:

Ø       A Inglaterra, já no século XVII apresentava uma burguesia forte e que ansiava por ter o controle político da nação . Essa burguesia, com o apoio da pequena nobreza, busca limitar o poder real e da alta nobreza, lançando as bases para a construção do parlamentarismo burguês

 

Antecedentes :


Ø       Poder do Rei na Inglaterra sempre foi limitado pela Magna Carta, documento do século XIII que colocava o parlamento como limitador do poder real

Ø       No século XV, a Guerra das duas rosas ( disputa entre duas famílias York e Lancaster, pelo trono Inglês ) abriu caminho para a instalação do absolutismo => Henrique Tudor é coroado com o título de Henrique VII = > Inicia-se a dinastia Tudor .

Ø      Henrique VIII fortalece o absolutismo inglês ao criar a Igreja anglicana, eliminando na Inglaterra o poder do Papa e aumentando o poder real.

Ø      Elizabeth é a ultima representante da Dinastia Tudor e em seu governo atuou atendendo aos interesses burgueses, mas também buscou fortalecer o poder real .

Ø      Com a Morte de Elizabeth , em 1603 , quem assume o trono é o rei da Escócia e primo de Elizabeth, Jaime Stuart, que recebe o título de Jaime I.

1 – A revolução Puritana ( 1640 - 49 )

Ø      Jaime busca fortalecer o seu poder , mas persegue duramente os opositores, principalmente do ponto de vista religioso, uma vez que , dentro da igreja anglicana procura valorizar muito mais a forma ritualística (católica) do que o conteúdo (calvinista)  => visava atrair o apoio da alta nobreza => burguesia fica insatisfeita
Ø      Burgueses criam seitas calvinistas => puritanos  / presbiterianos
Ø      Em 1625 sobe ao trono o filho de Jame I, Carlos I => tem seu reinado marcado também pelo absolutismo e pelas perseguições religiosas que incomodam a burguesia
Ø      No ano de 1628, o parlamento aprova a “Petição de Direitos”( retirava do rei o direito de convocar o exercito e criar impostos sem a autorização do parlamento)  e rei é pressionado a assiná-la  => A principio o rei assina, mas posteriormente acaba dissolvendo o parlamento .
Ø      Em 1640 Carlos I novamente convoca o parlamento em busca de recursos necessários para sufocar uma revolta na Escócia    = > Camara dos comuns , dominada pela burguesia, é contraria ao rei

Ø       Em 1641 estoura uma nova rebelião na Irlanda e há a necessidade de se criar um grande exercito para combate-la => Há consenso entre o parlamento e o rei sobre essa necessidade, entretanto parlamento(burguês e puritano) se recusa a dar ao rei o controle desse exercito.

Ø      Em 1642  inicia-se  a guerra Civil  => rei + alta nobreza X parlamento + burguesia e camponeses  => pequena nobreza ficou dividida => Oliver Cromwell controla as tropa do parlamento ( cabeças redonda ) que se organizam em uma nova forma de exercito, com disciplina rígida, ascensão por mérito e atividade remunerada.

Ø      Tropas do parlamento vencem as tropas reais e em 1649 o Rei é decapitado e é proclamada uma republica na Inglaterra sob a liderança de Oliver Cromwell.

1.1 O Governo Cromwell

ü      Cromwell recebe o titulo de Lorde Protetor da Inglaterra
ü      Governa com mãos de ferro, estabelecendo uma ditadura
ü      Perseguições religiosas também acontecem no governo de Cromwell => só mudam os perseguidos
ü      Cromwell elimina definitivamente todos os resquícios das estruturas feudais, consolidando o domínio burguês
ü      Terra torna-se definitivamente uma mercadoria e voltada para o mercado ( precursor do modelo liberal)
ü      Cromwell também expandiu os domínios ingleses nos mares através do “Ato de Navegação” e já tratava os domínios britânicos como  “Commonwealth” ( comunidade britânica )

Ø       Em 1658, Cromwell morre e seu filho assume o poder , porém não consegue se manter e deposto pelo exército .

1.2 A restauração da Monarquia

Ø      Parlamento, principalmente setores ligados a alta burguesia e a nobreza ( câmara do Lordes) decide restaurara a monarquia e a dinastia Stuart é reconduzida ao poder
ü   Carlos II é coroado rei da Inglaterra  => Carlos era muito próximo ao rei Frances , Luiz XIV, símbolo do absolutismo e por isso parte do parlamento desconfiava dele
ü   Parlamento acaba se dividindo entre o que apoiavam o rei ou conservadores ("tories"), e os  liberais pró-Parlamento ("whigs")
ü   Carlos Reinou até 1685, sendo sucedido por seu irmão Jaime II

2 – A revolução Gloriosa

Ø      Jaime II , católico, tentou restabelecer o absolutismo e acaba entrando em choque com o parlamento
Ø      Parlamento conspira para que sua filha, Maria Stuart ( protestante)  assuma o trono
ü    Maria era casada com Guilherme de Orange , rei dos países baixos
ü    Guilherme desembarca com suas tropas na Inglaterra , forçando Jaime II a fugir para a frança
Ø      Parlamento então proclama Guilherme de Orange e Maria Stuart reis da Inglaterra , mas esses tem que aceitar a declaração de direitos ( Bill of Rights ) segundo a qual

ü     os reis não podiam cancelar as leis do Parlamento
ü    o Parlamento decidiria a sucessão ao trono e
ü    o Parlamento votaria o orçamento anual;
ü    as contas reais seriam controladas por inspetores;
ü    o Tesouro seria dirigido por funcionários.

Ø      Esse episódio ficou conhecido como revolução gloriosa e marcou a fundação da monarquia parlamentar inglesa, que vigora até os dias de hoje
Ø      A revolução gloriosa abriu caminho para o avanço capitalista na Inglaterra e criou as condições que permitiram o advento da revolução industrial no século seguinte .




É proibida a reprodução total ou parcial deste conteúdo, de qualquer forma ou por qualquer meio. A violação dos direitos de autoria (Lei nº. 9.610/98) é crime estabelecido pelo artigo 184 do Código Penal.



terça-feira, 22 de maio de 2012

Exercícios proclamação da Republica no Brasil


Questão 1: UNIFAFLU
Segundo o historiador Francisco Fernando Monteoliva Doratioto, a partir da década de 1960, a historiografia sobre a Guerra do Paraguai foi dominada pela explicação que aponta o imperialismo britânico como principal fator do conflito:

"Esse revisionismo pincelou o despotismo de Solano López com tintas antiimperialistas e mistificou sua tirania, a ponto de essa interpretação tornar-se, sugestivamente, ideologia de Estado no Paraguai durante a ditadura do General Alfredo Stroessner (1954-1989). Em outros países da América Latina, tal interpretação foi adotada por setores autoritários da esquerda, em guerra ideológica com o pensamento liberal, ou, ainda, por autores populistas.
A Guerra do Paraguai, para este revisionismo, resultou do confronto premeditado entre duas estratégias de crescimento econômico: a do país guarani, sem vinculação com os centros capitalistas, e as da Argentina e do Brasil, baseadas no ingresso de recursos financeiros e tecnológicos estrangeiros. Estes dois países, por esta interpretação, teriam sido manipulados pela Grã-Bretanha para aniquilar o desenvolvimento autônomo paraguaio, abrindo um novo mercado consumidor para os produtos britânicos e fornecedor de algodão para as indústrias têxteis inglesas."

(Formação dos Estados nacionais e expansão do capitalismo no século XIX, In: História do Cone Sul, Rio de Janeiro: Revan; Brasília: Editora UNB, 1998.)

Considere as afirmativas a seguir, a respeito das origens do conflito do ponto de vista dos não-revisionistas:
I. a origem do conflito encontra-se na necessidade imperiosa que tinha o Paraguai de garantir uma saída segura para o mar. Isto porque a ditadura de Solano López necessitava ampliar as exportações de erva-mate de maneira a aumentar os recursos monetários do país e, assim, contribuir para o financiamento da modernização das atividades ligadas à defesa nacional;
II. Solano López desencadeou a guerra contra o Brasil e, logo a seguir, contra a Argentina, "devido a uma percepção errônea do poderio nacional paraguaio", fruto de uma cultura política ditatorial e isolacionista; as conseqüências da ação militar paraguaia no Prata foram mal ponderadas por um poder unipessoal;
III. a Grã-Bretanha manteve uma posição de neutralidade, o que não impediu que os banqueiros britânicos concedessem empréstimos ao governo brasileiro durante o conflito; esta iniciativa privada foi apenas norteada pela lógica empresarial de investir no rival com maiores chances de triunfo, garantindo, assim, maior segurança ao capital;
IV. a Grã-Bretanha tinha sido a potência européia mais beneficiada pelo crescimento econômico do Paraguai: 75% das importações paraguaias eram originárias desse país, intermediadas por comerciantes ingleses estabelecidos em Buenos-Aires.
Assinale:

A -          se somente a afirmativa III estiver correta;
B -           se somente as afirmativas I e IV estiverem corretas;
C -           se somente as afirmativas II e IV estiverem corretas;
D -          se somente as afirmativas I, II e III estiverem corretas;
E -           se todas as afirmativas estiverem corretas.

 Questão 2: UNIFAFLU
A República criou uma cidadania precária, porque calcada na manutenção da iniqüidade das estruturas sociais - acentuou as distâncias entre as diversas regiões do país, cobrindo-as com a roupagem do federalismo difuso da política dos governadores - ou dando continuidade à geografia oligárquica do poder que, desde o Império, diluía o formalismo do Estado e das instituições.(SALIBA, Elias Thomé. Raízes do riso: a representação humorística na história brasileira; da Belle Époque aos primeiros tempos do rádio. São Paulo: Companhia das Letras, 2002. p. 67.)

O fragmento de texto acima refere-se aos primeiros tempos da República no Brasil. É correto afirmar que a implantação da República:
A -          renovou as instituições políticas, ampliando o poder do Estado e dissolvendo os poderes locais;
B -           alterou radicalmente a estrutura social do Império, devido à ascensão da burguesia e declínio da aristocracia;
C -           introduziu um modelo federalista, que permitiu maior autonomia local e integração nacional;
D -          manteve os desníveis sociais presentes no Império e não ofereceu ampliação significativa dos direitos de cidadania;
E -           centralizou agudamente o poder nas mãos dos governadores, diminuindo as atribuições das instituições políticas e do presidente da República.

Questão 3: UNIFAFLU
Observe o cartum a seguir, que faz referência à Proclamação da República no Brasil.  Revista Ilustrada, 16 nov. 1889.Considere as seguintes afirmações, referentes a elementos do cartum:

 I . A figura feminina empunhando a bandeira representa a nova república brasileira, instaurada através do Golpe Militar de 15 de novembro.
II. A bandeira representada na imagem constituiria a versão preliminar da atual, que seria acrescida da divisa positivista.
III. Em segundo plano, montado a cavalo, aparece a figura do suposto “proclamador” da República, o Marechal Floriano Peixoto.

Quais estão corretas?

A -          Apenas II.
B -           Apenas I e II.
C -           Apenas I e III.
D -          Apenas II e III.
E -           I, II e III.

Questão 4: UNIFAFLU
A proclamação da República no Brasil está longe de ser considerada um momento de transformação revolucionária, embora ela tenha trazido algumas mudanças significativas. Uma característica inovadora dos primeiros anos da nova forma de governo foi:
A -          a valorização de um novo produto de exportação;
B -           a adoção do sistema parlamentarista;
C -           a política de investimentos nas sociedades anônimas;
D -          a popularidade do novo regime;
E -           o direito de toda a população ao voto.

Questão 5: UNIFAFLU
A bandeira brasileira não exprime a política nem a história. É um símbolo da natureza: floresta, ouro, céu, estrela e ordem. É o Brasil-jardim, o Brasilparaíso terrestre. O mesmo fenômeno pode ser observado no Hino Nacional, que canta mares mais verdes, céus mais azuis, bosques como as flores e nossa vida de ‘mais amores’. (...) O mito do país-paraíso nos persuade de que nossa identidade e grandeza se acham predeterminadas no plano natural: somos sensuais, alegres e não-violentos.(Marilena Chauí, Folha de S. Paulo, 26 março 2000)
A construção desse mito tem como pressuposto a seguinte posição ideológica:

A -          sentimentos patrióticos estimulam a crítica popular;
B -           acontecimentos políticos independem das lutas sociais;
C -           momentos sangrentos impõem a afirmação nacionalista;
D -          fanatismos religiosos determinam a estrutura socioeconômica.

O Fim do Império Brasileiro


A Crise do Império e a Proclamação da República no Brasil

 1 ) Política Externa

 

Ø       Questão Christie

·         Relações com Inglaterra estremecidas desde a Bill Aberden

·         O embaixador inglês no Brasil, Willian Christie, reclamou o pagamento de indenização pela carga desaparecida de um navio inglês que naufragou no litoral gaúcho. Exigiu punição aos policiais que prenderam dois marinheiro bêbados fazendo baderna. O governo brasileiro não atendeu suas exigências. O embaixador mandou os navios ingleses aprisionarem cinco navios brasileiros na baía de Guanabara. Christie propôs que a questão fosse arbitrada pelo rei Leopoldo I, da Bélgica, tio da rainha inglesa. Ele deu causa a favor do Brasil, mas não houve pedido de desculpas, o que fez rompes as relações diplomáticas em 1863. A rainha só se desculpou publicamente em 1865, restabelecendo as relações pouco antes da Guerra do Paraguai.
Ø       Questões Platinas
·         A região do rio da Prata foi palco de disputas desde os tempos coloniais entre Portugal e Espanha.
·         Guerra contra Oribe (Uruguai): Após sair do governo uruguaio, Manuel Oribe, apoiado por Manuel Rosas, que tinha a intenção de reconstruir o Vice-reinado do Prata, atacou o Uruguai dominando o interior e invadiu e saqueou terras do Rio Grande do Sul. Um convênio do Uruguai com o governo brasileiro e as províncias de Corrientes e Três Rios (Argentina), uniu forças que venceu Oribe em 1851.
·         Guerra contra Rosas (Argentina): O governo brasileiro passou então a apoiar Corriente e Três Rios contra Manuel Rosas desejando obter paz na região. Com apoio de corsários franceses e ingleses, Rosas foi vencido na batalha de Monte Caseros, capitulando em 1852.
·         Guerra contra Aguirre (Uruguai): A disputa entre blancos e colorados envolveu novamente o Brasil em questões na bacia do Prata. O presidente Anastacio Aguirre, um dos chefes Blancos, empreendeu novas incursões no Rio Grande do Sul. Após a tentativa frustrada de tentar resolver por vias democráticas, o almirante Tamandaré e o general Mena Barreto se uniram a Venâncio Flores, Colorado, derrotando Aguirre nas batalhas de Salto e Paissandú em 1865.
Ø       Guerra do Paraguai
·         A economia e a sociedade paraguaia era próspera, no governo iniciado por Gaspar Francia e Carlos Solano Lopez. Francisco Solano Lopez, filho do segundo, queria acesso direto ao mar no projeto “Paraguai Maior”. Solano Lopez quis ser mediador na questão do Uruguai, mas foi recusado. Declarou-se contrário à intervenção do Uruguai e, em 1864, aprisionou o navio brasileiro Marquês de Olinda, declarando guerra ao Brasil e invadindo o Mato Grosso. Em desacordos com a Argentina, invadiu Corrientes. Brasil, Argentina e Uruguai assinaram o acordo da Tríplice Aliança contra o Paraguai. Em 1869 as tropas paraguaias estavam derrotadas, sendo Solano Lopez morto em 1° de março de 1870.

 2)  Declínio e Fim do Império


O Império do Brasil, a partir do último quarto do século XIX, vinha sofrendo um processo de desgaste muito forte, que acabou levando ao seu fim. Além de ser o a única monarquia das Américas, outros fatores contribuíram para o desmoronamento da ordem imperial, dentre os quais podemos destacar :

 Ø       Questão Abolicionista
·         O movimento abolicionista, as leis que atingiram a escravidão e a resistência escrava, minaram esta forma de exploração. Em 1888, onde grande parte da produção agrícola já era feita com mão-de-obra assalariada, a abolição dos escravos foi assinada sem pagamento de indenização aos seus proprietários. Os fazendeiros escravistas não apoiaram mais o imperador.
Ø       Movimento Republicano
·         Foi apoiado pela elite cafeeira que não se interessava mais pela forma de governo extremamente centralizado como era o Império brasileiro. Estavam interessados em uma participação mais ativa do poder e em certa autonomia para fazer uma política mais regional. Os fazendeiros do oeste paulista fundaram em Itú o Partido Republicano Paulista em 1873.
Ø       Questão Religiosa
·         Roma proibiu a relação da igreja com a maçonaria. Os bispos de Olinda e do Pará repreendeu sacerdotes e irmandades que não obedeceram as suas ordens. O imperador interveio, exigindo que os bispos recuassem em suas decisões. Os bispos não obedeceram o imperador e foram presos. A igreja se afastou do imperador e passou a desejar a separação entre a Igreja e o Estado.
Ø       Questão Militar
·         Militares passaram a utilizar a imprensa para atacar e se defender de acusações feito a civis ligados ao governo. Foram proibidos pelo governo de usar a imprensa para tais discussões, o que gerou constrangimentos entre o governo e os militares. Os atritos entre o governo e os militares os afastaram do imperador.
Ø       Proclamação da República
·         Estando o imperador isolado politicamente, bastou uma articulação entre as oligarquias cafeeiras, intelectuais da classe média urbana e militares para que golpe contra o Império fosse deferido, o que ocorreu em 15 de novembro de 1889.
  
Ø       Os projetos da república

·         Aliança do café com espada promoveu a Proclamação da República, que gerou uma expectativa porém não alterou a ordem social. O Fim da escravidão (1888) e Proclamação da República (1889) abriu possibilidade para criar um novo regime. Havia algumas possibilidades de projeto a ser seguido.

Ø       República Liberal (Exemplo: Americana)

·         Cafeicultores Paulistas
·         Soma de interesses individuais
·         Houve competição, propriedade privada, 3 poderes
·         Poder Público – acessório dos poderes privados

Ø       República Jacobina (Exemplo: Revolução Francesa)

·         População urbana – classe média, intelectuais, profissionais liberais
·         Defesa de Liberdade pública
·         Decidir coletivamente o destino da nação
·         Participação popular na administração pública
·         Xenofobia

Ø       República Positivista ( Baseado em Augusto Conte)

·       Militares – exército
·       O progresso a qualquer custo, dentro da ordem
·       O Estado como promotor da progresso
·       “Ditadura Republicana”
·       Escola Militar – Praia Vermelha – Formação de filósofos/ engenheiros